Sobre o amor que conheci com você
Até você chegar de forma despretensiosa e invadir a minha vida tomando conta de cada parte dela, eu afirmava com propriedade que conhecia absolutamente tudo sobre o amor. E eu realmente acreditava no que dizia. Só que eu descobri que eu não entendia nada! É que eu tenho essa mania besta de empinar o nariz e ser dona da razão. E você esse jeito chato de me fazer ver o quanto, às vezes, eu tô errada.
Pra mim, o amor era sobre o frio que surge em nossa barriga quando um milhão de borboletas invadem nosso estômago, sobre a saudade insuportável durante a semana e o pensamento avoado, desatento. Era dedicar músicas, textos, frases, e planejar surpresas e não dormir brigado - de jeito nenhum! Era sobre sonhar acordado e rir de piadas sem graça. Era como viver um conto de fadas que não se encaixa na realidade.
O amor que eu conhecia, todo enfeitado e cor-de-rosa, era lindo, mas frágil. Poético, mas vazio. Romântico, mas frio. O amor que eu conheci com você, é o oposto. Tem o frio na barriga, tem as borboletas no estômago, tem uma saudade. Tem um sorrisinho bobo de canto. Tem música, tem texto, tem surpresa, tem até as tentativas de não dormir brigado.
Eu sei que mesmo quando o dia estiver nublado, as coisas não estiverem bem e você ficar de cara feia, eu vou ter teu colo. Do mesmo jeito que eu vou continuar te abraçando mesmo nos dias em que eu tiver vontade de te colocar pra fora de mim, só pra me lembrar que o que eu quero mesmo é estar com você. Eu sei que meu sorriso vai continuar denunciando nos momentos importunos o quanto eu amo você.
Eu sei que talvez a nossa história não vire uma dessas que dariam filmes de estourar bilheteria. E não tem problema! Eu só quero continuar suspirando devagarinho cada vez que pensar em você ou estiver perto de te encontrar. E não perder essa certeza que eu sinto sempre que falo da gente por aí. Só quero continuar acreditando que não tem lugar não mundo que seja melhor pra morar do que no seu coração.
Pra mim, o amor era sobre o frio que surge em nossa barriga quando um milhão de borboletas invadem nosso estômago, sobre a saudade insuportável durante a semana e o pensamento avoado, desatento. Era dedicar músicas, textos, frases, e planejar surpresas e não dormir brigado - de jeito nenhum! Era sobre sonhar acordado e rir de piadas sem graça. Era como viver um conto de fadas que não se encaixa na realidade.
O amor que eu conhecia, todo enfeitado e cor-de-rosa, era lindo, mas frágil. Poético, mas vazio. Romântico, mas frio. O amor que eu conheci com você, é o oposto. Tem o frio na barriga, tem as borboletas no estômago, tem uma saudade. Tem um sorrisinho bobo de canto. Tem música, tem texto, tem surpresa, tem até as tentativas de não dormir brigado.
Eu sei que mesmo quando o dia estiver nublado, as coisas não estiverem bem e você ficar de cara feia, eu vou ter teu colo. Do mesmo jeito que eu vou continuar te abraçando mesmo nos dias em que eu tiver vontade de te colocar pra fora de mim, só pra me lembrar que o que eu quero mesmo é estar com você. Eu sei que meu sorriso vai continuar denunciando nos momentos importunos o quanto eu amo você.
Eu sei que talvez a nossa história não vire uma dessas que dariam filmes de estourar bilheteria. E não tem problema! Eu só quero continuar suspirando devagarinho cada vez que pensar em você ou estiver perto de te encontrar. E não perder essa certeza que eu sinto sempre que falo da gente por aí. Só quero continuar acreditando que não tem lugar não mundo que seja melhor pra morar do que no seu coração.

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